quinta-feira, 27 de novembro de 2014

ALERTA! MADEIRA ILEGAL A CAMINHO DA EUROPA.

Você viu que, através de nossas pesquisas, desvendamos a rota da madeira ilegal? E que essa é uma das principais fontes do desmatamento e da destruição de todo nosso verde? E o governo não faz nada e não tem controle nenhum do desmatamento! Precisamos dar um basta nessa exploração antes que seja tarde demais, junte-se a nós por nossas florestas: http://bit.ly/1xV7PcY
Comentário.Amigos se clicarem no http://bit.ly/1xV7PcY acessarão página, onde o Greenpeace Brasil solicita doações para manutenção das campanhas. Ora, nós presumimos que as campanhas existem há muito, no entanto, não conseguem alcançar as metas protetivas do meio ambiente. Por conseguinte, nós sugerimos para que as doações fossem empregadas na aquisição de florestas, essas, após serem adquiridas, seriam decretadas como Patrimônio da Humanidade. Isto feito, entenderíamos que essas florestas, jamais seriam objetos de supressão e, ao mesmo tempo, o Greenpeace teria conseguido cumprir suas metas.

sábado, 22 de novembro de 2014

Se eu fosse socialista seria diferente dos outros socialistas.

Ilustre Júlio César Garcia, eu não aprecio a agressividade nos comentários, mas tirando-a dos comentários dos outros, o quê prevalece é a indignação. Eu sinto muito, mas não consigo vislumbrar nenhum combate a miséria. Esse programa do Bolsa Família tem uma função parecida com a do picolé, ou seja, “chupa logo senão derrete”. Ora, mensalmente, o governo agrada milhões de pobres que continuam pobres. No meu sentir, desde o início, os governos perderam a grande chance de, efetivamente, fazerem algo sério e relevante. Sim imaginemos que mensalmente, o governo empenha uma fortuna no Bolsa Família, essa se direcionada em programas do tipo agrovilas, certamente, os seus efeitos agradariam a todos os brasileiros. A meu ver, a maioria dos brasileiros aprovaria, pois haveria expectativa de futuro. Hipótese: uma agrovila abrigaria 50 famílias em qualquer município brasileiro. O Minha Casa Minha Vida construiria as casas; Ministério da Educação: escola; Ministério da Saúde: posto de saúde. O Ministério da Agricultura ofereceria o suporte técnico, ou seja, ensinaria ou atualizaria as famílias no sentido de aprenderem ou reaprenderem a trabalhar no campo. Obs. “projetemos a hipótese para os 5.564 municípios”. Eu não tenho dúvidas, a maior parte da alimentação básica, já sairia dos próprios quintais. Por fim, se você analisar o contexto do exposto poderá ter a impressão de que sou socialista, porém, eu lhe garanto que não sou. Explico: os socialistas do Brasil, não conseguem empreender conforme a minha hipótese. Grande abraço.
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terça-feira, 4 de novembro de 2014

Podcast: Amazônia perdeu 42 bilhões de árvores nos últimos 40 anos


Pesquisador do Inpe fez as contas: desmatamento representa menos duas mil árvores por minuto e tem impacto direto na crise da água
O pesquisador do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), Antônio Nobre, foi o entrevistado no Tarde Nacional. Ele é o responsável pelo recém-lançado estudo “O Futuro Climático da Amazônia”, que apresenta números alarmantes.
Segundo a pesquisa, nos últimos 40 anos, a Amazônia perdeu 42 bilhões de árvores, o que significa menos duas mil árvores por minuto. Assim, fica impossível não relacionar os dados com a crise hídrica e a seca pelas quais passa o Brasil atualmente.
Nobre confirma que não é coincidência: uma árvore grande da Amazônia chega a evaporar mil litros de água em apenas um dia. Se calcularmos todas as árvores da bacia amazônica, a quantidade de vapor que vai pra atmosfera corresponde a 20 bilhões de toneladas de água por dia (mais que o Rio Amazonas coloca no Oceano Atlântico no mesmo período).
Segundo o pesquisador, “o desmatamento sem limites encontrou no clima um juiz que sabe contar árvores, não esquece e não perdoa”.

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Confira aqui o relatório na íntegra!
O programa Tarde Nacional vai ao ar de segunda a sexta-feira, às 16h, na Rádio Nacional da Amazônia. A apresentação é de Juliana Maya.
Produtor – Juliana Maya e Roberta Timponi
Publicado no Portal EcoDebate, 04/11/2014